TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO ESPECIAL
Profa. Dra. Lucila Maria Costi Santarosa
Ementa: A disciplina envolve o estudo:
CARGA HORÁRIA: 45horas/aula
CRÉDITOS: 3
SEMESTRE:
SEMINÁRIO AVANÇADO: AMBIENTES DE APRENDIZAGEM VIRTUAIS
Profa. Dra. Lucila Maria Costi Santarosa
Súmula
O seminário envolve: o estudo/aprofundamento/vivência sobre ambientes virtuais, sincrônicos e
assincrônicos, através de redes telemáticas; a contruçãode recursos individuais/coletivos que
explorem ambientes virtuais visando metodologias de educação à distância, disponibilizando-os em
rede; a exploração "online" e análise/reflexão sobre as possibilidadesde uso/ampliação desses
recursos na Educação; a discussão/dinamização de listas aberttas sobre "Telemática e Informática
na Educação", entre outros.
Dia : Quartas-feiras (presencial) 16:00-18:00
Sextas- feiras ( laboratório) 10:00-12:00 h
Local: Sala 807; Laboratórios da PPGEDU/FACED; CPD.
OBJETIVOS GERAIS
3.1. Aquisição de informações gerais e básicas sobre o conteúdo específico da disciplina, através
de atividades presenciais e não presencias.
3.23. Desenvolvimento de habilidades de exploração, análise e crítica ao uso ambientes virtuais
visandoaplicações na Educação (àdistância), através da interaÇão emrede, leituras, palestras e
discussões "on line" e presenciais sobre o assunto especifico.
3.3 Desenvolvimento de habilidades de produção de materiais individuais/coletivos (cooperativos),
através da interaçao com ferramentas e recursos, disponibilizando-o sem rede.
CONTEÚDOS
Como conteúdo mínimo, serão trabalhados osseguintes recursos de rede:
AMBIENTES SINCRÔNICOS:
4. Metodologia e Recursos
O desenvolvimento da disciplina envolverá aulas-demonstração; interação em rede usando o
sistema TELIX ( paraos que necessitem interagir de casa) e NETSCAPE; leitura e estudos de
material indicado/selecionado; seminário/ discussões sobre os temas específicos, em grupos;
participação/dinamização em listas : EDUTEL-L (aberta) e ALUNOS PG-L (fechada);
criação/produçãode materiais virtuais de aprendizagem e acesso à informação.
Serão organizadas atividades para exploraçãodos recursos em rede envolvendo:
As atividades serão desenvolvidas em sua maioria de formanão presencial para estimular/testar o
uso de redes e alternativas metodológicas na interação aluno\professor.
5. Avaliação
Para obtenção dos créditos na disciplina, serão considerados:
CARGA HORÁRIA: 60 horas/aula
CRÉDITOS: 04
SEMESTRE:
SEMINÁRIO AVANÇADO: A FORMAÇÃO DA FUNÇÃO SEMIÓTICA: UM ESTUDO DE FUNDAMENTAÇÃO.
Prof. Dr. Fernando Becker
Nº de vagas: 12
Período: 97/2
Horário: 3ª feiras - 14h00min - 17h30min
Pré-requisito: (a) Para aluna(o) regular ou de outros programas da UFRGS: ou ter cursado
Epistemologia Genética ou entrevista.
(b) Para aluna(o) sem vínculo: entrevista
________________________________________________________________________
Súmula:
A função semiótica. Fenocópia e equivalente cognitivo da fenocópia. O modelo interacionista. As
diversas condutas representativas. Imitação e brinquedo ou jogo simbólico. Imagem e
representação. Atividade sensório-motora e atividade representativa. A atividade representativa
egocêntrica: o pensa-mento pré-conceitual e o pensamento intuitivo. A atividade representativa
operatória. Relações entre pensamento e linguagem. Linguagem e contexto.
Objetivo:
Fundamentar estudos posteriores em lingüística, semiótica, semântica, pragmática, análise de
discurso, semiótica cognitiva, artes, aprendizagem, etc, enfim, em áreas que pressupõem a
compreensão básica da psicogênese da capacidade representativa ou simbólica - função semiótica
- do ser humano. O estudo centrar-se-á no A formação do símbolo na criança (ver Bibliografia).
Bibliografia
BROGLIE, Louis de. [1967] As representações concretas da microfísica. In: ___. Lógica
e conhecimento científico. Porto: Civilização Brasileira, 1981. (p.96)
DAMASIO, Antonio. O erro de Descartes; emoção, razão e o cérebro humano.
2.reim. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
DEL NERO, Henrique Schützer. O sítio da mente; pensamento, emoção e vontade no
cérebro humano. São Paulo: Collegium Cognitio, 1997.
GLASERFELD, Ernst von. Piaget and the radical constructivist epistemology (Cap.6);
An introduction to radical constructivism (Cap.10); Learning as constructive activity
(Cap.15). In: ___. The construction of knowledge; contributions do conceptual
semantics. Seaside: Intersystems Publications, 1987.
GRIZE, Jean-Blaise. La logique naturelle: logique de lenfant et de ladulte. Resumo dos
trabalhos apresentados. III Simpósio Internacional de Epistemologia Genética.
Águas de Lindóia, 1994.
INHELDER, Bärbel; PIAGET, Jean. [1968] Memória e inteligência. Rio de Janeiro:
Artenova, 1979.
MORGADO, Luíza M. de Almeida. O papel da representação mental na resolução de
problemas. Resumo dos trabalhos apresentados. III Simpósio Internacional de
Epistemologia Genética. Águas de Lindóia, 1994.
PEPE, Dunia. La teoria piagetiana e la psicologia sociale: uninterpretazione
epistemologica del concetto di infanzia. Piaget: teoria e prática. IV Simpósio
Internacional de Epistemologia Genética. Águas de Lindóia, 1996.
PIAGET, Jean. [1963] Problemas de psicolingüística. São Paulo: Mestre Jou, 1973.
___. A fenocópia como mediadora entre as ações do meio e os fatores genéticos do
compor- tamento. In: ___. [1976] O comportamento motriz da evolução. Porto:
Res, 1977. Cap.VI.
___. [1974] Léquivalent cognitif de la phénocopie. In: ___. Adaptation vitale et
psychologie de linteligence; selection organique et phenocopie. Paris: Hermann,
1974. Cap. VI.
___. [1966] Limage mentale chez lenfant. Paris: P.U.F.
___. [1945] A formação do símbolo na criança. 3 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
___. [1967] Os dois problemas principais da epistemologia das ciências do homem. In: ___.
Lógica e conhecimento científico. Porto: Civilização Brasileira, 1981. (p.430)
___ . [1926] La représentation du monde chez lenfant. Paris: P.U.F., 1926.
___. [1923] A linguagem e o pensamento na criança. 3. ed. R. de Janeiro: Fundo de Cult., 1973.
___. [1923] Il linguaggio e il pensiero del fanciullo. Firenze: Ed. Universitaria, 1955.
PIATELLI-PALMARINI, Massimo. Teorias da linguagem, teorias da aprendizagem;
o debate entre J. Piaget e N. Chomski. São Paulo: Cultrix, 1983.
RAMOZZI-CHIAROTTINO, Zélia. Psicologia e epistemologia genética de Jean
Piaget. São Paulo: E.P.U, 1988.
CARAGA HORÁRIA TOTAL: 60 horas/aula
CRÉDITOS: 04
SEMESTRE: 98/2
Ementa: A disciplina Teorias em Desenvolvimento I trabalha sete teorias do desenvolvimento. A
teoria de Piaget é vista em primeiro lugar por que muitas questões do desenvolvimeno psicológico
foram levantadas por sua teoria. Logo após, são vistas as duas outras grande teorias do
desenvolvimento, a psicanálise e a teoria da aprendizagem social. As três próximas teorias
examinam áreas limitadas do desenvolvimento: o enfoque do processamento da informação, a
etologia e a teoria do desenvolvimento perceptual de Gibson. Por fim, é apresentada a teoria
contextual de Vygotsky.
Objetivo: A disciplina tem como objetivo apresentar e discutir as sete teorias mais importantes do
desenvolvimento psicológico. A partir delas, examinar, criticamente, questões ligadas à unidade de
análise, ao conteúdo enfatizado e à metodologia. Como conseqüência deste exame, apontar
alternativas contemporâneas.
Conteúdo:
1) Teorias clássicas: Cognitivismo, Psicanálise e Teoria da Aprendizagem Social;
2) Teorias recentes: Teoria do Processamento da Informação, Etologia, Teoria do desenvolvimento
perceptual de Gibson e Teoria Contestual de Vygotzky.
Metodologia de Trabalho: As aulas expositivas complementadas por discussões, críticas a partir
de textos especialmente preparados para a aula pelos alunos. Entrega de sumária apreciação crítica,
no início da aula, contendo os principais pontos do texto e questões para discussão.
Avaliação: O conceito será atribuido com base na participação nas discussões, entrega de
apreciações críticas e ensaio final à escolha do aluno
Bibliografia:
BANDURA, A(1989). Human Agency in Social Cognitive Theory. American Psychologist, 44,
(9), 1175-1184.
BEILIN, H. (1987). Current Trends in Cognitive Development Research:towards a new synthesis.
Em B. Inhelder, D. Caprona e A Cornu-Wells. Piaget Today. Londres: LEA.
BEILIN, H. (1992). Piaget's Enduring Contribuition to DevelopmentalPsychology. Developmental
Psychology, 28 (2), 191-204.
BORSTEMANN, L. J. (1983). Children before Psychology: Ideas aboutChildren from Antiquity to
the late 1800s. In P. H. Mussen (ed.), Handbook of Child Psychology, vol. 1 N. Y.: Wiley.
BOWLBY, J. (1980). Psychoanal as a Natural Science. Palestra proferidano Freud Memorial do
University College London em 21 de outubro de 1980.
BRONFENBRENNER, U. (1992). Ecological Systems Theory. Em R. Vasta(ed.), Six Theories of
Children Development. Londres: Jessica Kingley Publishers.
BROWN, T. (1988) Ships in the Night: Piaget and american Cognitive Science. Human
Development, 31, 60-64.
CAIRNS, R. B. (1983). The Emergence of Developmental Psychlogy.Em P.H. Mussen (ed.)
Handbook of Child Psychology, vol. N.Y.: Wiley.
HINDE, R. A. Ethology and Chil Development. Em P. H. Mussen (ed.) Handbook of Child
Psychology, vol. 1 N.Y.: Wiley.
HINDE, R. A. (1991). Developmental Psychologu in the Context of Other Behavioral Sciences.
Developmental Psychology, 286,1018-1029.
PIAGET, J. (1983). Piaget's Theory. Em P. H. Mussen (ed.) Handbookof Child Psychology, vol.
1. N. Y.: Wiley.
SAMEROFF, A. (1991). The Social Context of Desenvolpment. Em M. Woodhead, R. Carr e P.
Light (eds), Becoming a Person.Londres Routledge.
SIMON, H. A. (1979). Information Processing Theory of Human Problem-Solving. Em A. M.
Aitkenhead e J. M. Slack (eds). Issuesin Cognitive Modeling. Londres: LEA.
THOMÄ, H. e KÄCHELE, H. (1992). Teoria e Práticada Psicanálise: Fundamentos Teóricos (vol.
1), 1. Capítulo:Simulação da Psicanálise: uma Introdução. POA: Artes Médicas.
TUDGE, J. R. H. e WINTERHOFF, P. A. (1993). Vygotsky, Piaget andBandura: Perspectivas on
the Relations between the Social Word andDevelopmental. Human Development, 36, 61-81.
VALSINER, J. (1987). Developmental Psychology in the SovietUnion. Cap. IV: L. S. Vygotsky
and Contemporary Developmental Psychology.Brighton: Harvester Press.
VALSINER, J. e BENIGNI, L. (1986). Naturalistic Research and Ecological Thinking in the Study
of Child Development. Developmental Review, 6,203-223.
WERTSCH, J. V. e TULVISTE, P. (1992). L. S. Vygotsky and Contemporary Developmental.
Developmental Psychology, 28, (4), 548-557.
CARGA HORÁRIA: 60 horas/semestre
CRÉDITOS: 04
SEMESTRE: ímpar
Súmula:
A disciplina focaliza tópicos especificos relacionadosàs Tecnologias da Informação e
Comunicaçãoaplicadas à Educação, abordando:
BIBLIOGRAGIA
(sendo organizada) CRÉDITOS: 04
CARGA HORÁRIA: 60horas/semestre
SEMESTRE:
ECOLOGIA COGNITIVA E TECONOLOGIA DA INTELIGÊNCIA
Profa. Dra. Cleci Maraschin
Ementa: Análise das relações entre o pensamento individual, as instituições sociais e as técnicas
de comunicação. Estudo das dimensões técnicas e coletivas da cognição e seu impacto nos modos
de representação e de operação do conhecimento.
Bibliografia:
BATESON, Gregory. Pasos hacia una ecología de la mente. Buenos Aires: Editorial Planeta,
1991.
DERRIDA, Jacques. A escritura e a diferença. SãoPaulo: Perspectiva, 1995.
GOODY, Jack. Entre l'écriture. Paris: Press Universitairesde France, 1993.
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. O futuro do pensamento na era da informática.
Rio de Janeiro: Editora34, 1993.
MARASCHIN, Cleci. O escrever na escola: da alfabetizaçãoao letramento. Tese de
Doutorado. PPGEDU/UFRGS, 1995.
MINSKY, Marvin. A sociedade da mente. Rio de Janeiro: FranciscoAlves, 1989.
MORIN, Edgar. O problema epistemológico da complexidade.Lisboa: publicações
Europa-América, s/d.
PAPERT, Seymour. Logo, computadores e educação .São Paulo: Brasiliense, 1985. A máquina
das crianças. Repensando escola na era da infomática. Porto Alegre: Artes Médicas,1994.
PIAGET, Jean (Org.) Lógica e conhecimento científico.Porto: Livraria Civilização, 1981.
PIAGET, Jean. O nascimento da inteligência na criança.Rio: Zahar, 1982.
VIRÍLIO, Paul. Velocidade e política. São Paulo: Estado Liberdade, 1996.
CARGA HORÁRIA TOTAL: 45 horas/aula
CRÉDITOS: 03
SEMESTRE: ímpar
INTRODUÇÃO À INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Profa. Dra. Rosa Maria Viccari
Ementa: Conhecer os tipos básicos de sistemas baseados em conhecimento. Desenvolver aptidão
para programação em lógica. Estudar os métodos de aprendizagem indutiva, analógica e dedutiva.
Bibliografia:
ClOCKSIN, W.F. & MELLISH, C.S. Programming in PROLOG. Berling,
Springerverlag, 1984.
KOWALSKI, R. Logic for problem solving. New York, North- Holland,
1979.
COELHO,H.et al. How to solve it with PROLOG. 2.ed. Lisboa, LNEC,
1980.
VAN CANEGHEM, M. PROLOG II: users manual. Marseille, Faculte des
Sciences de Huminy, 1982.
BOWEN, D. DECsystem-10 PROLOG users manual. Edinburgh, University
of Edinburgh, 1981.
BRATKO, I. PROLOG programming for artificial intelligence.Wokingham,
Addinson- Wesley, 1986.
CASANOVA, M.A et al. Programação em lógica e a linguagem prolog. São
Paulo, Edgar Blücher, 1987.
WINSTON, M. Introdução à Inteligência Artificial, Addison-Wesley, 1988.
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60 horas/aula
CRÉDITOS: 04
SEMESTRE: ímpar
SISTEMAS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Prof. Dr. Luís Otávio Álvares
Objetivos:
Apresentar os principais aspectos conceituais e práticos da construção de sistemas baseados em
conhecimento.
Súmula:
Inteligência Artificial e engenharia do conhecimento.
Sistemas baseados em conhecimento
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
4. Aquisição de conhecimento
5. Mecanismos de inferência
BIBLIOGRAFIA:
APRENDIZAGEM HUMANA: PROCESSO DE CONSTRUÇÃO
Prof. Dr. Fernando Becker
Súmula: Behaviorismo e neo-behaviorismo como explicações empiristas de aprendizagem. Teoria
da Gestalt como explicação apriorista de aprendizagem. A psicologia genética como explicação
construtivista/interacionista de aprendizagem . Assimilição, equilibração, abstração e generalização.
Estágios, defasagens e meio social. Percepção e operação. Aprendizagem e desenvolvimento;
aceleração do desenvolvimento. Estrutura e função. Lógica e linguagem. Uma nova teoria de
aprendizagem.
Objetivos: Cf. unidades dos programas
Programa: Cf. acima
Horário e prédio: terças-feiras à tarde, das 14:00 às 17:30, na Faculdade de Educação.
Metodologia: A disciplina será desenvolvida na modalidade de Seminário Avançado fazendo-se
as leituras previstas que serão objeto de debate e/ou exposições do professor e/ou de alunos
durante as aulas.
Avaliação: será feita a partir das participações no Seminário e mediante uma monografia que terá
como tema básico: Uma Nova Teoria de Aprendizagem.
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60 horas/aula
CRÉDITOS: 04
SEMESTRE: ímpar
PROPOSTA PARA SEMINÁRIO AVANÇADO
OS POSSÍVEIS EM PIAGET: UMA RELEITURA
Profa. Dra. Margarete Axt
Horário: quarta-feira, 13h30min. às 15h30min.
Pré-requisito: só para orientandos
OBJETIVOS: estudar a formação e a evolução dos possíveis na criança, em suas relações de
correspondência ao mesmo tempo com a idade e com o desenvolvimento das estruturas
operatórias. Refletir sobre as implicações desse estudo para a teoria construtivista, frente às teorias
pré-formista/inatista e empiricista da aquisição do conhecimento. Discutir as implicações de um tal
mecanismo de produção de novidades no sujeito, com relação a problemas específicos
considerados nos projetos de pesquisa dos participantes.
SÚMULA: a formação e a evolução dos possíveis na criança, como apresentada na teoria
psicogenética. A produção de novidades no sujeito e suas implicações para a teoria construtivista,
frente a teorias pré-formistas/inatistas e empiricistas da aquisição do conhecimento.
Correspondências com a idade. Correspondências com as estruturas operatórias. A produtividade
desse construto teórico para: (a) o estudo de problemas específicos de construção de
conhecimento/linguagem, em sujeitos infantis/adultos; (b) o exame das potencialidades e limites de
diferentes ambientes de aprendizagem, tanto convencionais como enriquecidos informaticamente,
enquanto suportes de tais construções; (c) o mapeamento de rupturas na continuidade, com
deslocamentos/reestruturações de sentidos/conteúdos/práticas e de processos
cognitivos/comunicacionais.
AVALIAÇÃO: os critérios de avaliação dizem respeito a: (a) a participação ativa e efetiva de
cada um nos seminários, seja apresentando tópicos relativos ao material em estudo, seja discutindo
os conceitos relevantes para o aspecto focalizado; (b) elaboração de um texto ao término do
seminário, discutindo o aspecto teórico em estudo da perspectiva do seu próprio projeto individual
de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PIAGET, J. O possível e o necessário; evolução dos possíveis na criança. v.1. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1985.
_____. O possível, o impossível e o necessário (as pesquisas em andamento ou projetadas no
Centro Internacional de epistemologia Genética). In: LEITE,L.B. & MEDEIROS,A. A.
(orgs.).Piaget e a escola de Genebra. S. Paulo: Cortez, 1987. pp.51-71.
ALGUMAS SUGESTÕES DE LEITURA COMPLEMENTAR EM PIAGET:
PIAGET, J., INHELDER, B., GARCIA, R. & VONÈCHE, J. Homenaje a Jean Piaget;
epistemología genética y equilibración. Madrid: Fundamentos, 1981.
PIAGET, J. Epistemologia genética. S.P.: Martins Fontes, 1990. S.P: Abril Cultural, 1978 (Os
Pensadores).
___. Problemas de Psicologia Genética. S.P.: Abril Cultural, 1978 (Os Pensadores).
____. Biologia e Conhecimento. Porto: Rés, 1978.
____. Estudos Sociológicos. R.J.: Forense, 1973.
____. Psicologia da Inteligência. R.J.: Zahar, 1977.
____. A equilibração das estruturas cognitivas. R.J.: Zahar, 1976.
____. Adapatación vital y psicologia de la inteligencia. Madrid: Siglo Veintiuno, 1978.
____. Problemas de psicologia genética. In: __. Seis estudos de psicologia. R.J.:
Forense-Universitária, 1973.
___. O papel da noção de equilíbrio na explicação psicológica. In: __. Seis estudos de psicologia.
R.J.: Forense-Universitária, 1973.
___. Gênese e estrutura na psicologia da inteligência. In: __. Seis estudos de psicologia. R.J.:
Forense-Universitária, 1973.
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30 horas/aula
CRÉDITOS: 02
SEMESTRE: par
Continuação
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