Para clientes Web, as modificações necessárias para suportar um nível de aplicação proxy são menores (leva-se apenas 5 minutos para adicionar suporte proxy para o Emacs Web Browser).
Não há necessidade de compilar versões especiais de clientes Web com bibliotecas firewall, o cliente "out-of-the-box" pode ser configurado para ser um cliente proxy. Em outras palavras, quando se usa proxy não necessitamos customizar cada cliente para suportar um tipo ou método especial de firewall: o proxy, em si, é um método padrão para acessar firewalls.
Usuários não têm que ter clientes FTP, Gopher e WAIS separados (muito menos modificados) para acessar um firewall - um simples cliente Web com um servidor proxy trata todos esse casos. O proxy também padroniza a aparência de clientes Gopher e FTP.
O proxy permite que os programadores esqueçam as dezenas de milhares de
linhas de código necessárias para suportar cada protocolo e se concentrem
em coisas mais importantes - é possível ter clientes "peso-leve" que somente
compreendam HTTP (nenhum suporte nativo aos protocolos FTP, Gopher, etc) -
outros protocolos são manuseados transparentemente pelo proxy. Usando HTTP
entre o cliente e o proxy, nenhuma funcionalidade é perdida, pois FTP, Gopher
e outros protocolos Web são bem mapeados para o HTTP.