Apesar da falta de conscientização dos funcionários continuar sendo o principal obstáculo para a implementação de uma política de segurança nas empresas, em um ano o índice caiu de 58% para 47%.
- Os outros fatores apontados como principais obstáculos também revelaram índices menores em 2000. Orçamento passou de 39% para 28% e recursos humanos recebeu 12% das citações,10 pontos percentuais a menos que no ano anterior.
- Subiu de 61% para 73% o percentual dos executivos que acreditam no aumento dos problemas com a segurança em relação ao ano passado.
- Este ano, 32% das corporações afirmaram já ter sido invadidas, número um pouco maior que o registrado em 1999 (30%). O percentual das empresas que registraram invasões há menos de um mês subiu de 7% para 27%.
- Com a crescente dependência dos computadores e sistemas, os incidentes relacionados à informática causam prejuízos maiores. Passou de 4% para 8% o percentual das empresas que registraram prejuízos entre R$ 500 mil a R$ 1 milhão. Na faixa imediatamente superior, mais de R$ 1 milhão, o crescimento foi ainda maior: o índice passou de 13%, em 1999, para 21% este ano.
- Os funcionários continuam sendo os principais responsáveis pelos problemas de segurança computados. Porém, o resultado deste ano (33%) está dois pontos percentuais abaixo do apontado no ano anterior (35%).
- Os hackers têm causado mais problemas. Se, em 1999, já representavam 17% dos casos registrados, este ano o índice é de 25%. O contrário do que ocorreu com os problemas com causas desconhecidas pelas corporações, que diminuiu de 25% para 14%.
- A Internet e os sistemas internos se mantêm na liderança por mais um ano como os principais pontos de invasão. Em 1999, os sistemas internos apareciam em primeiro lugar com 41% e, logo depois, a web, com 38%. Hoje, a Internet ocupa a primeira posição, com 40%, e os sistemas internos vêm em segundo lugar, com 34%.